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De todas as complicações da doença venosa e varicosa que podem vir  a afectar estes doentes ao longo da vida, a Úlcera varicosa é, lamentávelmente, uma das mais frequentes no nosso País.
Esta situação surge após longos anos de evolução da insuficiência venosa, que vai crescendo e agravando de estadio em estadio, até chegar ao desenvolvimento de importantes alterações da microcirculação que regula a pele e os tecidos subcutâneos, que se vêm privados de um adequado aporte de sangue arterial e autenticamente inundados de plasma e sangue venoso, fruto de um aumento da permeabilidade vascular, a qual é regulada pela pressão intra-venosa. Esta, por sua vez, está muito aumentada fruto das enormes forças geradas pelo facto de as varizes não conseguirem realizar com sucesso o necessário fluxo de retorno venoso.
A úlcera surge, verdadeiramente, por negligência do doente, ao não procurar os tratamentos de que necessite para a sua doença varicosa em fases iniciais, sendo certo que essa negligência é, em parte, resultante de desconhecimento das complicações que poderão vir a manifestar-se pelo abandono da doença à sua evolução expontânea.
Quando estamos perante uma ùlcera da perna, a primeira questão que o médico tem que analizar é o diagnóstico da úlcera, já que nem sempre a causa é a existência prévia de varizes e insuficiência venosa. De facto, poderemos estar na presença de uma úlcera isquémica (com origens várias – diabetes, vasculites, por exemplo), auto-imunes, neoplásicas, hipertensivas, etc.
Na realidade, em mais de 90 % dos casos observados e tratados por nós na Consulta de Flebologia do Instituto Ibérico de Medicina Estética, as úlceras são de origem varicosa.
Tendo uma origem bem definida, após a necessária observação e estudo, e  correcto diagnóstico, impôe-se definir o tratamento adequado, já que se trata de uma situação por vezes de difícil resolução.

Prof. Dr. Paul Gerson Unna
Úlcera Varicosa - técnica pessoal - aspecto na 1ª observação

A limpeza da úlcera é uma preocupação inicial e ao longo de todo o tratamento, sendo por vezes realizar uma limpeza cirúrgica, quando se verifique uma importante presença de tecidos desvitalizados, infecção, etc.
Tentaremos sempre promover a cicatrização da forma mais rápida possível, muito embora seja pouco frequente conseguir tal objectivo em tempo inferior a dois meses. No entanto, com as técnicas adequadas, em breve o doente deixará de ter as dores e incapacidade funcional que em geral refere, podendo retomar a sua capacidade de marcha, a qual contribuirá para melhorar o problema da insuficiência venosa.
A realização da Bota de Unna é um excelente método para promover uma cicatrização mais rápida de uma úlcera varicosa, contribuindo para um alívio da dôr e, tratando-se de um método compressivo sobre a perna, melhora o fluxo venoso.
O seu nome advém do seu criador, o Professor de Dermatologia, alemão, Dr. Paul Gerson Unna, que estudou e desenvolveu a fórmula da pasta de Unna. Esta é composta de, entre outros constituintes, de óxido de zinco, calamina, óleo de castor, petrolutum, numa base de glicogelatina. Esta pasta é aplicada numa ligadura que se mantem em contacto com a pele da perna, desde a base dos dedos até cerca de 2 cms da “dobra” do joelho, e é envolvida por uma ligadura de contenção elástica com a pressão adequada, com o objectivo de obter uma pressão semelhante à da pressão venosa, mas sem que seja superior à pressão arterial na perna, o que seria, naturalmente, excessivo. Entre as duas ligaduras referidas, poderá ser colocada uma outra, não compressiva, por forma a permitir a reutilização da ligadura elástica.


Úlcera Varicosa - Técnica pessoal - aspecto prévio


Úlcera Varicosa - Técnica pessoal II - eliminação da placa fibrótica


Úlcera Varicosa - Técnica pessoal III estimulação com Laser HeNe



Úlcera Varicosa - Técnica pessoal IV aplicação de ligadura com Pasta de Unna


Úlcera Varicosa - Técnica pessoal V compressão elastica
 

A ligadura com a Pasta de Unna começa a secar, ganhando uma consistência algo mais rígida, o que permitirá actuar, na marcha, com uma maior eficácia na função de “bombeamento” dos musculos da perna, contribuindo para uma menor estase (acumulação / retenção) do sangue venoso no nível inferior da perna.
Esta “bota” será mantida por um período médio de 7 dias, sendo retirada com eliminação da ligadura com a pasta. Após essa ocasião para melhores cuidados de higiene, será realizada e aplicada a Bota de Unna seguinte, numa sucessão que se manterá com intervalos quase sempre semanais, até à cicatrização da úlcera varicosa.
É raro surgir algum tipo de reacção indesejável, tipo alergia de contacto a algum dos componentes da fórmula da pasta. É mais frequente algum doente referir queixas ligadas a uma incorrecta colocação das ligaduras, o que diminuirá consideràvelmente com a prática do clínico.

Veja os nosso resultados em galeria de flebologia


 

 



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